Boas Festas!
Queridos amigos,
Nesta época Natalícia não podia deixar de vos saudar e desejar as maiores felicidades no ano que se avizinha e um caloroso Natal, na companhia dos que mais amam.
Para todos vós, desejo muita a saúde, amor, paz, prosperidade e alegria.
Deixo-vos aqui um trecho de um pequeno livro que devorei hoje à hora de almoço. Este pedaço de texto descreve exactamente o que sinto hoje: a necessidade do meu silêncio, do meu tempo de meditação e introspecção.
A vida está cheia de surpresas boas e... por vezes, menos boas. Para podermos estar preparados para enfrentar ambas, há que cuidar do nosso interior. Já que é Natal e se fala tanto num Deus Salvador, num Cristo Redentor, então que possamos olhar para Ele, dizer o que sentimos e esperar que Ele nos responda, no meio da silenciosa solitude!
« A vida moderna desenvolve-se dentro de uma complexidade e variedade de actividades e situações que têm uma capacidade enorme de fazer secar as nossas fontes e esgotar as nossas energias. Planeamentos, contas por pagar, consultas, médicos, horas marcadas, cartas a serem respondidas, idas e vindas ao escritório ou à farmácia. Todo esse rol de actividades vai drenando as nossas energias e vai-nos consumindo de tal forma, que nos deixam com a sensação de estarmos ocos ou vazios; e mais, elas fazem-nos negligenciar aquele momento preciosíssimo de solicitude na presença de Deus.
Esse corre corre alucinante tem um poder incrível para paralisar e atrofiar o nosso espírito, que no seu íntimo clama desesperadamente pela presença silenciosa de Deus. É esse ritmo frenético das nossas agendas e compromissos inadiáveis que nos faz adiar aquilo que deveria ser sempre inadiável: a comunhão com Aquele que é a fonte de toda a vida. Paradoxalmente, é a árdua luta pela sobrevivência que tantas e tantas vezes nos afasta daquilo que, de facto, nos pode manter vivos!
[…]
A razão de tanta superficialidade nos nossos dias é porque não aprofundamos a alma em momentos de solidão. A razão de tanta sequidão e aridez é porque não mergulhamos na fonte eterna. A razão de tanta dor e indiferença, é porque não buscamos consolo e alívio de Deus. Muitos pesadelos e caminhos escuros há porque não acordamos para a suprema necessidade de estarmos a sós na presença do Pai.
[…]
Se desejamos ter uma vida mais plena e feliz, precisamos de aprender a desfrutar dos tesouros maravilhosos que descobrimos pelo simples facto de estarmos a sós com Deus. A nossa alma necessita de se sentir imersa nos profundos rios de Deus; a mente precisa der ser alimentada e revigorada pela solitude e pelo silêncio, silêncio que tantas vezes é abafado pelos barulhos rotineiros da nossa vida agitada…É aí que encontramos repouso e descanso para a nossa alma inquieta e conturbada; aí somos revitalizados e renovados. É aí também que o nosso mundo psicológico se reintegra e se organiza. É a partir dessa relação íntima que podemos dispor dos recursos espirituais e psicológicos para “cavar poços” profundos e “armar tendas” estáveis.»
Retirado do Livro: “Superando os Dilúvios da Vida – Princípios Práticos para uma Vida Plena e Feliz” de Luciano Vilaça, Editora Síntese Comunicações
Feliz Natal!
Próspero 2006!
Com todo o carinho e amizade,
Nesta época Natalícia não podia deixar de vos saudar e desejar as maiores felicidades no ano que se avizinha e um caloroso Natal, na companhia dos que mais amam.
Para todos vós, desejo muita a saúde, amor, paz, prosperidade e alegria.
Deixo-vos aqui um trecho de um pequeno livro que devorei hoje à hora de almoço. Este pedaço de texto descreve exactamente o que sinto hoje: a necessidade do meu silêncio, do meu tempo de meditação e introspecção.
A vida está cheia de surpresas boas e... por vezes, menos boas. Para podermos estar preparados para enfrentar ambas, há que cuidar do nosso interior. Já que é Natal e se fala tanto num Deus Salvador, num Cristo Redentor, então que possamos olhar para Ele, dizer o que sentimos e esperar que Ele nos responda, no meio da silenciosa solitude!
« A vida moderna desenvolve-se dentro de uma complexidade e variedade de actividades e situações que têm uma capacidade enorme de fazer secar as nossas fontes e esgotar as nossas energias. Planeamentos, contas por pagar, consultas, médicos, horas marcadas, cartas a serem respondidas, idas e vindas ao escritório ou à farmácia. Todo esse rol de actividades vai drenando as nossas energias e vai-nos consumindo de tal forma, que nos deixam com a sensação de estarmos ocos ou vazios; e mais, elas fazem-nos negligenciar aquele momento preciosíssimo de solicitude na presença de Deus.
Esse corre corre alucinante tem um poder incrível para paralisar e atrofiar o nosso espírito, que no seu íntimo clama desesperadamente pela presença silenciosa de Deus. É esse ritmo frenético das nossas agendas e compromissos inadiáveis que nos faz adiar aquilo que deveria ser sempre inadiável: a comunhão com Aquele que é a fonte de toda a vida. Paradoxalmente, é a árdua luta pela sobrevivência que tantas e tantas vezes nos afasta daquilo que, de facto, nos pode manter vivos!
[…]
A razão de tanta superficialidade nos nossos dias é porque não aprofundamos a alma em momentos de solidão. A razão de tanta sequidão e aridez é porque não mergulhamos na fonte eterna. A razão de tanta dor e indiferença, é porque não buscamos consolo e alívio de Deus. Muitos pesadelos e caminhos escuros há porque não acordamos para a suprema necessidade de estarmos a sós na presença do Pai.
[…]
Se desejamos ter uma vida mais plena e feliz, precisamos de aprender a desfrutar dos tesouros maravilhosos que descobrimos pelo simples facto de estarmos a sós com Deus. A nossa alma necessita de se sentir imersa nos profundos rios de Deus; a mente precisa der ser alimentada e revigorada pela solitude e pelo silêncio, silêncio que tantas vezes é abafado pelos barulhos rotineiros da nossa vida agitada…É aí que encontramos repouso e descanso para a nossa alma inquieta e conturbada; aí somos revitalizados e renovados. É aí também que o nosso mundo psicológico se reintegra e se organiza. É a partir dessa relação íntima que podemos dispor dos recursos espirituais e psicológicos para “cavar poços” profundos e “armar tendas” estáveis.»
Retirado do Livro: “Superando os Dilúvios da Vida – Princípios Práticos para uma Vida Plena e Feliz” de Luciano Vilaça, Editora Síntese Comunicações
Feliz Natal!
Próspero 2006!
Com todo o carinho e amizade,

Paula Félix


2 Comments:
At Sexta-feira, Dezembro 23, 2005 10:01:00 AM,
Miguel said…
Cara amiga, um Feliz Natal também para ti e para os teus... E que o novo ano venha cheio de alegrias!
Continua com essa maneira de ser, forte e arrojada, mas com muita sensibilidade e bom-senso à mistura, envolta numa bondade imensa.
Bjs
At Terça-feira, Dezembro 27, 2005 2:49:00 PM,
Olhar Interior said…
Miguel, conseguistes dizer em palavras o que a Paula é...rs.
Parabens e obrigada pela amizade que tens por minha mana. Feliz Ano Novo
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